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Rito da Comunhão E-mail
26 de julho de 2010
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Terminada a Oração eucarística, seguem-se sempre o Pai-nosso, a Fração do Pão e o convite para a Comunhão,  elementos de grande importância na estrutura da missa

Fonte: cnbb.org.br com modificações

Sendo a Celebração eucarística a Ceia pascal, convém que, segundo a ordem do Senhor, o seu Corpo e Sangue sejam recebidos como alimento espiritual pelos fiéis, devidamente preparados. Esta é a finalidade da Fração do Pão e dos outros ritos preparatórios, pelos quais os fiéis são imediatamente encaminhados à Comunhão”.
O Pai-nosso é especialmente apto para estimular o sentimento de fraterna solidariedade cristã.
O rito da paz. “Neste rito, os fiéis imploram a paz e a unidade para a Igreja e toda a família humana e exprimem mutuamente a caridade antes de participar do mesmo pão”.
Espontaneamente as nossas comunidades acolheram e perceberam o rito da saudação da paz como momento de confraternização alegre em Cristo. É momento privilegiado para realçar o compromisso da comunicação da paz a todos indistintamente. Paz recebida como dom.
O rito da paz não precisa ser realizado sempre da mesma maneira, mas, pelo contrário, pode-se usar da criatividade e variá-lo.
Eles o reconheceram na fração do pão”. “O gesto de partir o pão, realizado por Cristo na última Ceia, deu nome a toda a Ação eucarística na época apostólica; este rito possui não apenas uma razão prática, mas significa que nós, sendo muitos, pela comunhão do único Pão da Vida, que é o Cristo, formamos um único corpo”.
Para de novo realçar o gesto de partir o pão e o seu significado é conveniente que a “matéria da Celebração eucarística pareça realmente um alimento... e que o sacerdote possa, de fato, partir a hóstia em diversas partes e ditribuí-la ao menos a alguns fiéis”. Na estrutura da Ceia, é aqui o lugar próprio da fração como gesto ritual de fazer o que Cristo fez e não durante a Narrativa da Instituição (Consagração).
Durante a fração, o povo canta ou diz o “Cordeiro de Deus”, entoado pela assembléia.
A distribuição da Comunhão exige cuidados especiais, conforme as circunstâncias locais. As instruções litúrgicas insistem que apareça claramente, através da pessoa de um ministro que preside a distribuição, o sinal de Cristo que na Ceia “dá” a seus discípulos, em comunhão, o seu Corpo entregue, o seu Sangue derramado. Por isso, a comunhão deve ser sempre recebida da mão do ministro.
O sacerdote é o ministro ordinário não só da consagração, mas também, juntamente com o diácono, da distribuição da Comunhão.
“Enquanto o sacerdote e os fiéis recebem o Sacramento, entoa-se o Canto da Comunhão, que exprime, pela unidade das vozes, a união espiritual dos comungantes, demonstra a alegria dos corações e torna mais fraterna a procissão dos que vão receber o Corpo de Cristo. O canto começa quando o sacerdote comunga, prolongando-se oportunamente, enquanto os fiéis recebem o Corpo de Cristo. Durante a Comunhão há lugar também para um fundo de música instrumental, concluído o canto.
Interiorização após a Comunhão. “Terminada a distribuição da Comunhão, se for oportuno, o sacerdote e os fiéis oram por algum tempo em silêncio, podendo a assembléia entoar ainda um hino ou outro canto de louvor”.
É particularmente útil o espaço após a distribuição da Comunhão para um momento de interiorização.
Este pode ser nas comunidades outro momento de flexibilidade, usado como criatividade: silêncio, meditação, oração, canto, visando um aprofundamento do mistério celebrado etc.
A Oração presidencial após a Comunhão, na qual se “imploram os frutos do mistério celebrado”, aparece como conclusão deste momento de interiorização. “O sacerdote... recita a Oração depois da Comunhão, que pode ser precedida de um momento de silêncio, a não ser que já se tenha guardado silêncio após a Comunhão”. A Oração depois da Comunhão constitui propriamente a conclusão do rito da Comunhão e de toda a missa. Por meio dela estabelece-se a relação entre a Celebração eucarística e a vida eucarística do cristão.

 
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